domingo, 2 de novembro de 2014

Beleza e biodiversidade do Parque Nacional do Grande Teton

 
Belezas cênicas e biodiversidade do Parque Nacional do Grande Teton (Grand Teton National Park) - Jackson Hole – Estado do Wyoming - Estados Unidos. Seguem mais algumas fotos deste belíssimo parque nacional dos Estados Unidos.

O animal parecido com esquilo que aparece nas imagens é o famoso chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor. 

Já o animal dentro da água (no Taggart Lake) que conseguimos observar é o ALCE AMERICANO (moose) animal ameaçado que é símbolo do Parque. É maior do que um cavalo. O parque foi criado em 1930 com o objetivo de salvar esta espécie.

 

 

ALCE AMERICANO (moose) animal ameaçado que é símbolo do Parque. É maior do que um cavalo e tem o hábito de se alimentar da vegetação submersas nas margens de lagos e rios. O parque foi criado em 1930 com o objetivo de salvar esta espécie

Casal de ALCE AMERICANO (moose) animal ameaçado que é símbolo do Parque no Taggart Lake (lago Taggart). É maior do que um cavalo. O parque foi criado em 1930 com o objetivo de salvar esta espécie



 





















Chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor

Chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor
Chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor
Chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor
Chipmunk (personagens do filme “Alvim e os esquilos”). É da mesma família dos esquilos e do nosso serelepe, mas é menor




Como tirar berne da cabeça

Larva da mosca do berne que se desenvolveu na minha cabeça durante 43 dias Foi retirada duas horas após a aplicação de uma camada de vaselina sobre o furo de respiração da larva no couro cabeludo.

Quem gosta de andar em trilhas ou tomar banho em cachoeiras nas áreas preservadas de Mata Atlântica certamente já teve a experiência de pegar bernes e usado as receitas caseiras, da medicina popular, que funcionam muito bem.

Lembro-me de um fato interessante que ocorreu no final dos anos 80 quando uma amiga da Elza foi junto conosco tomar banho em cachoeiras e andar nas matas na Serra da Mantiqueira, na localidade Queixo da Anta, Distrito de São Francisco Xavier, em São José dos Campos (SP).  Uma semana de depois Elza e eu percebemos que pegamos berne, nos braços e nas costas.

 Alguns dias depois a amiga da Elza telefonou contando que pegou uma “alergia” ou alguma doença terrível que poderia ser da água pura que tomamos dos riachos cristalinos. Disse que foi consultar com médicos especialistas, que receitaram vários antibióticos, injeções, mas não estava resolvendo. Então, a Elza pediu para que ela viesse até casa, onde revelamos a causa e resolvemos o problema que tanto lhe aflingia.

Eu já peguei bernes várias vezes, em vários partes do corpo, mas na cabeça foi a primeira vez e gostaria de dar a receita que funcionou muito bem, que aprendi ao assistir um vídeo de uma produtora de programas da natureza dos Estados Unidos. Membros da equipe de TV pegaram bernes em Belize, na América Central.

A solução, ou cura, do problema de berne consiste simplesmente em retirar a larva. É fácil diagnosticar a ocorrência do berne pelos sintomas, que são um pequeno furo no local onde está coçando e fisgadas, quando a larva está mais desenvolvida. Este furo na pele a larva usa para respirar. Então, colando um esparadrapo em cima, a larva não pode respirar e morre.

Se você não retirar a larva morta, o corpo absorve.  Mas isto leva mais de uma semana e no local forma um caroço em decorrência da inflamação (formação de pus), fica coçando e incomoda um pouco até o caroço desaparecer completamente em poucos dias.  Eu nunca tive problemas com este procedimento de deixar a larva morta ser absorvida pelo organismo, mas segundo orientação dos médicos, isto pode dar problema em algumas pessoas.

Pela minha experiência,  o que jamais se deve fazer é tentar tirar a larva à força, apertando o local (caroço) onde a larva está alojada.  A larva tem garras (são aquelas estruturas parecidas com pelos pretos) para se fixar no interior do nosso corpo. E tudo o que você vai conseguir é provocar uma lesão e agravar o problema. Portanto, não comentam este erro de espremer o local porque a larva não sai desta forma e vai machucar muito o local e provocar inflamações, que vai doer bastante por vários dias e surgir outras complicações.

Com este berne que peguei na cabeça aprendi que a solução do problema de berne é muito simples de se resolver e de forma muito segura. O método do esparadrapo não funciona porque a cabeça é muito oleosa e o esparadrapo não fica grudado muito tempo para obstruir o furo por onde a larva respira. E exige também rapar uma área grande da cabeça. Tentamos também, sem sucesso, o método do esmalte, ou seja, de tampar o furo com esmalte de unha.

O método de colocar um pedaço de toucinho (toicinho ou bacon) em cima do furo para a larva sair e penetrar parcialmente no toucinho também tem limitações porque em algumas partes do nosso corpo não dá para fixar o pedaço de toucinho para vedar  bem o furo por onde a larva respira. O uso de esparadrapo  para fixar firmemente o toucinho não é possível porque a cola não gruda devido à gordura do toucinho.

Então, o método que testei, copiado do vídeo que mencionei acima, é o mais prático, eficiente e seguro. Consiste em colocar sobre o furo uma espessa camada de vaselina ou geleia de petróleo.  Com a temperatura do nosso corpo, a vaselina derrete e começa a escolher. No meu caso, o berne estava na parte posterior, sobre o osso occipital. A solução foi encher de vaselina uma tampa de garrafão de água mineral de 5 litros e fixar esta tampa sobre o furo do berne amarrando-a com uma sacola plástica em volta da cabeça.

Duas horas mais tarde, a Elza foi verificar se a vaselina não tinha vazado e ao remover a tampa cheia de vaselina, notou que a larva do berne estava com uma ponta para fora procurando uma saída para respirar no meio da camada de vaselina .  Então, rapidamente a Elza pegou uma pinça de retirar sobrancelha (de seu estojo de maquiagem) e puxou a larva inteira e viva para fora. E Pronto! Problema resolvido depois de semanas tentando colar esparadrapos e esmalte sobre o couro cabeludo. É esta que está na imagem. Fiquei com esta larva me incomodando durante 43 dias.

Com esta experiência, eu pude concluir que não precisar deixar vaselina por 27 horas. Duas horas foram suficientes -  talvez até menos. Este método permite retirar a larva de uma forma muito simples e não dói nada.  A vaselina é uma substância mais segura para aplicarmos sobre a nossa pele. Parte do cabelo fica todo lambuzado de vaselina, mas é facilmente removida lavando com shampoo.

Muitos acham que a larva do berne vai sair do corpo do hospedeiro voando, na forma de uma mosca adulta. Na verdade, após um certo período, que pode levar 60 dias, larva desenvolvida vai cair no solo e somente após esta fase de vida no solo é que vai se transformar em mosca. Ou seja, ela sai do corpo do hospedeira na forma de larva e não de mosca, o ciclo de vida completo envolve uma fase de vida no solo.


Escala mostrando o tamanho da larva (berne), 1 cm



sábado, 25 de outubro de 2014

SEQUÓIAS gigantes do Parque Nacional de Yosemite

Parque Nacional de Yosemite – Califórnia – Estados Unidos, criado em 1860 para proteger as sequoias-gigantes, as maiores árvores e também seres vivos do Planeta. Fotos tiradas em 27/09/2014.

A sequoia-gigante (Sequoiadendron gigantea) é a única espécie do género Sequoiadendron, inserido no grupo de coníferas pertencentes à família Cupressaceae.

A sequoia-gigante é a maior árvore do mundo em termos de volume. Ela atinge em média 50–85 m de altura, e 5–7 m em diâmetro. A sequoia-gigante mais velha conhecida possui 4.650 anos de idade e se encontra no Parque Nacional da Sequoia, também na Califórnia. 


Elza em frente da sequoia Grizzly Giant, a maior do Parque Nacional de Yosemite





Elza em frente da sequoia Grizzly Giant, a maior do Parque Nacional de Yosemite
Familia de visitantes em frente da sequoia Grizzly Giant, a maior do Parque Nacional de Yosemite




Elza em frente da sequoia Grizzly Giant, a maior do Parque Nacional de Yosemite








Elza Nishimura Woehl com o fruto da sequoia, também denominado de pinha, que tinha acabado de cair de uma das sequoias gigantes do Parque Nacional de Yosemite. Quase caiu sobre nossas cabeças e é bem pesada.
Elza Nishimura Woehl com o fruto da sequoia, também denominado de pinha, que tinha acabado de cair de uma das sequoias gigantes do Parque Nacional de Yosemite