segunda-feira, 30 de abril de 2018

Nuvem colorida arco iris ou nuvem iridescente


Fênomeno atmosférico raro observado na RPPN Santuário Rã-Bugio em Guaramirim (SC). É conhecido como nuvem iridescente, arco-iris de fogo e irisação. Foi registrado por Elza Nishimura Woehl, por volta das 16 h do dia 28/04/2018

O fenômeno ocorre devido ao espalhamento da luz solar pelos cristais de gelo que se formam num certo tipo de nuvem. Os cristais de gelo funcionam como prismas que separam (ou decompõe) a luz solar branca incidente nas cores do arco-iris, resultando neste fenômeno atmosférico espetacular.

Encontrar explicações para fenômenos atmosféricos como este não é muito simples porque são fenômenos muito complexos. A formação do arco-iris, por exemplo, só recentemente foi entendida pela ciência.

Esta foto mostra o fenômeno da iridescência ou irisação desaparecendo

Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul, SC
http://www.ra-bugio.org.br/
 
Aquisição de áreas preservadas de Mata Atlântica e criação de reservas (RPPN) para salvar as nascentes do rio Itajaí
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Vértebra da BALEIA FRANCA encontrada no Balneário de Barra do Sul (SC)

As fêmeas da baleia-franca-austral (Eubalaena australis) pode atingir mais de 17 metros de comprimento e pesar até 80 toneladas. Os machos são um pouco menores.

Eu sempre achava que estes ossos de baleia encontradas nas praias devido ao processo de erosão eram de baleias que encalharam (morte natural). Mas os pescadores explicaram que em Barra do Sul (SC) também teve a matança de baleias-franca para extração do óleo, que era utilizado na época, até o inicio da década de 70, pela indústria de cosméticos. Eles derretiam a gordura das baleias abatidas, cuja camada de gordura tem 40 cm de espessura.

As baleias-francas frequentam o litoral catarinense no inverno e primavera somente para terem seus filhotes e amamentarem. Não se alimentam neste período porque seu alimento básico é o krill, pequeno crustáceo que só ocorre nas águas geladas na Antártida.










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sábado, 25 de novembro de 2017

Plantas frutíferas para alimentar as aves nas áreas urbanas

 
FRUTA-DO-SABIÁ (Acnistus arborescens) uma excelente planta para ter em casa. Os passarinhos apreciam muito seus frutos.

Saciando a fome das aves da Mata Atlântica que frequentam as áreas urbanas. Há mais de 70 moradores do interior paulista já tinham esta preocupação

Frutíferas para alimentar aves nas áreas urbanas. Quais plantas são ideais?




Estudos científicos revelam que só as áreas protegidas por Unidades de Conservação da natureza são necessárias mas não suficientes para garantir a perpetuação de muitas espécies de animais (mamíferos, aves etc.).

Muitas aves habitam as áreas urbanas permanentemente ou só de passagem. Alguns moradores gostam de ver as aves nativas habitando seus quintais e jardins e plantam frutíferas com a finalidade de atraí-los.

As fotos mostram um exemplo. São de São José dos Campos (SP), Jardim Paulista. Fotografei porque achei interessante a abundância dos frutos que são produzidos quase o ano todo e são muito apreciados pelas aves de várias espécies.

 Quando estava fazendo as fotos o proprietário veio conversar. Contou que foi plantada há mais de 70 anos, pelo seu pai, já falecido. E com a finalidade de alimentar as aves. Naquela época seu pai já tinha esta preocupação.

Ele disse que não sabia o nome. Mas graças a ajuda da Lucia S. Lopes (ver comentários) descobri que é conhecida como FRUTA DO SABIÁ (Acnistus arborescens), Família: Solanaceae. É nativa do Brasil, tem ocorrência registrada para algumas regiões do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo,  enfim em quase todos os Estados.

É importante saber também se tem o potencial de ser uma planta invasora nas regiões onde não é nativa, porque é uma planta muito disseminada pelas aves.









  




 













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domingo, 19 de novembro de 2017

Praga devastadora ataca áreas em recuperação de Mata Atlântica

SETE-FACADAS (Monstera adansonii) praga que está colonizando as áreas em recuperação de Mata Atlântica (matas secundárias)

Praga devastadora ataca as áreas em recuperação de Mata Atlântica, as matas secundárias. Na RPPN Santuário Rã-bugio, em Guaramirim (SC), a área infestada pela praga foi desmatada há 50 anos e teve a regeneração espontânea. Parecia que tudo ia bem, que realmente seria possível a Mata Atlântica se recuperar, porque ali está livre de bambuzais, cipós e outras pragas conhecidas que bloqueiam a recuperação da Mata Atlântica. A parte de mata primária da RPPN não está sendo atacada, só as matas secundárias, que parece não ter futuro. O problema está ocorrendo em toda a região da Serra do Mar, no Norte de Santa Catarina.
 
Parece que as matas secundárias em recuperação não têm futuro, nunca vão se regenerar como se imagina. Uma planta ornamental, trepadeira, utilizada no Mundo inteiro, denominada popularmente de SETE-FACADAS (Monstera adansonii) está colonizando toda a área de mata secundária da RPPN Santuário Rã-bugio. A área de mata primária não está sendo atacada, só a secundária, que foi desmatada há 50 anos e se regenerou espontaneamente (regeneração natural).

A primeira vista parece uma epífita inofensiva, que produz um fruto saboroso para as aves. Mas em pouco tempo que é uma planta terrível, com o poder de destruir uma floresta inteira. Na RPPN toda a área de mata secundária foi totalmente colonizada pela praga. O chão da floresta está dominado pela planta em várias estágios de desenvolvimento: mudas, cipós rasteiros a procura de algo para subir e plantas já subindo no tronco de todas as árvores, inclusive nas mudas pequenas, sufocando-as. Com o peso excessivo próximo às copas, os palmiteiros (palmito – Euterpe edulis) adultos e árvores jovens que crescem retas (com troncos finos) para buscar a luz solar quebram facilmente com ventos fortes (devido ao aumento da área de pressão do vento). As árvores jovens incluindo os palmiteiros arqueiam e quebram com tanto peso de várias plantas de sete-facadas, uma subindo por cima da outra.

Como remover estas plantas da copa de um palmiteiro a 20 ou 30 metros de altura? O corte das raízes exige repetição da tarefa de vários meses (ou anos). Enquanto isso, a produção de sementes (disseminada) pelas aves não para.




































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