quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Projeto para despoluir os riachos da Serra do Mar de Santa Catarina.

Concluído o projeto para instalação de fossas sépticas em moradias de famílias de baixa renda no Morro Boa Vista, em Jaraguá do Sul, para despoluir riachos contaminados pelo lançamento de esgoto sanitário. Estas atividades fazem parte do projeto “Água e Biodiversidade da Serra do Mar” financiado pela BrazilFoundation.

Foi um projeto de difícil execução porque as moradias ocupam locais íngremes de difícil acesso. Há rochas de granito, cano de esgoto sanitário conectado na tubulação da rede pluvial (água das chuvas), enfim cada moradia exigiu diferentes soluções para contornar os mais variados graus de dificuldade.

Trata-se de um projeto de saneamento básico de iniciativa da sociedade civil organizada que não envolveu recursos públicos. Contou com o trabalho voluntário de Elza Nishimura Woehl, dirigente do Instituto Rã-bugio, que atuou no planejamento, na busca de recursos financeiros e acompanhamento da execução, sem receber um centavo por este importante serviço prestado à sociedade. Este projeto serve de exemplo para o Brasil.

Veja os detalhes do projeto neste link
http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=37


E na pagina da BrazilFoundation
https://brazilfoundation.org/project/instituto-ra-bugio-para-conservacao-da-biodiversidade/?lang=pt-br


Campanha ABRACE O BRASIL


A BrazilFoundation lançou em Nova York a campanha “Abrace o Brasil” para doações ao projeto de educação ambiental do Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade envolvendo as escolas públicas EM DEFESA da BIODIVERSIDADE da MATA ATLÂNTICA

https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/institutorabugio/


FAÇA SUA DOAÇÃO ao projeto do Instituto Rã-bugio e ajude a salvar a biodiversidade da Mata Atlântica de Santa Catarina que está sendo exterminada. Precisamos do seu apoio para deter a devastação e salvar os animais que dependem das matas preservadas. A perda será para sempre.


Ajude a divulgar esta campanha! 
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Nesta moradia foi necessário instalar estas manilhas porque o esgoto sanitário estava conectado na rede pluvial










Coleta de água para análise da contaminação em um dos riachos em 17/07/2017, antes da instalação das fossas sépticas nas moradias


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Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Jaraguá do Sul, Santa Catarina
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Aquisição de áreas preservadas de Mata Atlântica e criação de reservas (RPPN) para salvar as nascentes do rio Itajaí
http://www.ra-bugio.org.br/areasprotegidas.php?id=13


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

BrazilFoundation lança em Nova York campanha para doações ao Instituto Rã-bugio

A BrazilFoundation lançou em Nova York nesta quarta-feira, 13/09/2017, a campanha “Abrace o Brasil” para pedir doações para o projeto de educação ambiental do Instituto Rã-bugio


https://abraceobrasil.org/pt-br/projetos/institutorabugio/


Contribua para salvar a Mata Atlântica, o local onde vivemos.

Você pode construir um Brasil melhor a cada doação! Abrace a Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade e ajude a salvar a Mata Atlântica apoiando um projeto de educação ambiental para atender 815 alunos e 36 professores de escolas públicas nas atividades interativas com a Mata Atlântica. É um projeto de educação ambiental realizado com fundamentação científica que contribui para o aprendizado dos estudantes e conscientização sobre a importância da Mata Atlântica para proteger a biodiversidade e os recursos hídricos. Junte-se a nós, abrace o Brasil!

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sábado, 26 de agosto de 2017

Projeto de Educação Ambiental coloca alunos em contato com a natureza

Adolescentes que estudam na Rede Municipal de Ensino de JOINVILLE aprendendo sobre a biodiversidade da Mata Atlântica na RPPN Santuário Rã-bugio, em Guaramirim (SC)


Nosso projeto de Educação Ambiental interativa com a Mata Atlântica coloca crianças e adolescentes em contato com a natureza para conscientização sobre a importância da Mata Atlântica.

O vídeo sobre as atividades nesta matéria de TV foi produzida pela REDE TV local - Programa Moa Gonçalves exibido em 03/11/2007.

Assista ao vídeo no Facebook e compartilhe.
https://www.facebook.com/InstitutoRaBugio/videos/1580555941995726/


A falta de contato com a natureza gera transtornos de comportamento nas crianças

 

A importância do nosso projeto de Educação Ambiental nas escolas com atividades em trilhas interpretativas da Mata Atlântica

Transtorno da falta de contato com a Natureza (Nature Deficit Disorder), é um termo criado por Richard Louv em seu livro, Last Child in the Woods (Tradução: A Última Criança nas Florestas). Refere-se à alegada tendência de as crianças terem cada vez menos contato com a natureza, resultando em uma ampla gama de problemas de comportamento.

Louv cita os estudos realizados na Califórnia e na maior parte dos Estados Unidos com os estudantes das escolas que desenvolvem atividades ao ar livre e outras formas de educação utilizando experiências com a natureza apresentaram significativamente melhor desempenho em estudos sociais, ciências, artes, linguagem e matemática.

Veja o artigo completo neste link sobre os estudos das consequências para as crianças deste problema e a importância da educação ambiental com atividades interativas na natureza para evitá-lo


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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

WEG patrocina cartilhas de educação ambiental

Estudantes do 2º ano da rede pública municipal do ensino fundamental de Jaraguá do Sul (SC), EMEB Maria Nilda Salai Stähelin
Estudantes do projeto de educação ambiental interativa com a natureza realizada em trilhas interpretativas recebem cartilhas sobre a Mata Atlântica e Anfíbios patrocinadas pelo Grupo WEG S.A. de Jaraguá do Sul (SC).

São estudantes do 2º ano da rede pública municipal do ensino fundamental de Jaraguá do Sul (SC), EMEB Maria Nilda Salai Stähelin. As atividades ao ar livre foram realizadas em 16/08/2017.

Estas cartilhas patrocinadas pelo Grupo WEG S.A. são um importante material didático para o aporte teórico do que é observado nas atividades ao ar livre, em contato com a natureza, nas trilhas interativas com a Mata Atlântica. Após as atividades na trilhas, os professores trabalham o tema em sala de aula.


As versões em PDF das cartilhas podem ser baixadas nestes links

MATA ATLÂNTICA ESSENCIAL PARA A VIDA
http://www.ra-bugio.org.br/material-didatico.php?area=19

ANFÍBIOS DA MATA ATLÂNTICA
http://www.ra-bugio.org.br/material-didatico.php?area=18

Estas atividades de educação ambiental fazem parte do projeto “Água e Biodiversidade da Serra do Mar” apoiado pela BrazilFoundation. Veja os detalhes do projeto clique aqui












WEG S.A é uma empresa multinacional brasileira com fábricas em vários países e sede na cidade de Jaraguá do Sul (SC) – Saiba mais sobre a WEG clique aqui

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Jararaca jovem mata e tenta engolir perereca muito maior


Acontecimento curioso na RPPN Santuário Rã-bugio durante o atentendimento de estudantes nas atividades de educação ambiental. Filhote de jararaca mata e tenta engolir uma perereca adulta muito maior. Veja as imagens impressionantes
Jararaca inoculou seu veneno na presa e aguarda a morte
Jararaca tenta engolir a presa por cerca de 1 hora, mas desiste. Repare que a jaraca, mesmo jovem, já aprendeu a técnica correta: engolir a presa começando pela cabeça.

Esta perereca da Mata Atlântica é popularmente conhecida como FILOMEDUSA.

Repare na imagem seguinte que a jararaca tentou engolir a filomedusa durante uma hora, depois desistiu.

Geralmente, as presas de jararacas jovens são anfíbios, mas pequenas rãzinhas. Acho que esta jararaca está no processo de aprendizagem (ou treinamento) e errou o alvo, inoculou seu veneno numa presa demasiadamente grande. “É muita areia para o caminhão da jararaca”, como diz o ditado popular.

Pelo menos, a jararaca pode testar seu veneno, que funcionou muito bem.

Saiba mais sobre a filomedusa (Phyllomedusa distincta)
http://www.ra-bugio.org.br/ver_especie.php?id=157

E sobre a jararaca (Bothropoides jararaca)
http://www.ra-bugio.org.br/ver_especie.php?id=21

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Cena incrível! Desova da perereca FILOMEDUSA com dois machos

Festa fora de época: Veranico antecipa reprodução de perereca da Mata Atlântica de SC

Temperaturas altas neste inverno anteciparam a ativação dos hormônios reprodutivos da perereca da Mata Atlântica filomedusa (Phyllomedusa distincta). O período de reprodução deveria começar somente no final de agosto, mas as desovas já estão ocorrendo desde junho.

O vídeo em alta definição do acasalamento foi gravado na manhã do dia 26/06/2017 na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário Rã-bugio, em Guaramirim (SC), durante o atendimento de estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Urbano Teixeira nas atividades de educação ambiental nas trilhas da Mata Atlântica.

A desova da fêmea se acasalando com dois machos e durante o dia não é muito comum. Geralmente ocorre durante a noite, por causa dos predadores, e com apenas um macho. A desova é concluída entre 30 e 60 minutos.

A estratégia de reprodução de enrolar a desova nas folhas da vegetação suspensa sobre a superfície das lagoas é utilizada por algumas espécies de anfíbios do Brasil, Mata Atlântica e Floresta Amazônica, países vizinhos, América Central e da África equatorial.

Mais informações acesse a página da perereca FILOMEDUSA neste link
http://www.ra-bugio.org.br/ver_especie.php?id=157


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sábado, 11 de março de 2017

Pitaya cultivada em Guaramirim (SC)


 
Pitaya cultivada em Guaramirim (SC) pelo produtor Cleonor Spézia

A pitaya é também conhecida como fruta-dragão (Dragon Fruit) por causa da forma parecida com a representação folclórica do dragão. Trata-se do fruto  de uma espécie de cacto de árvore originário das florestas do México e América Central e atualmente cultivada em vários lugares do Brasil e outros países.

A Elza e eu conhecemos esta fruta quando moramos nos Estados Unidos. No supermercado sempre tinha uma grande variedade de frutos de cactos (de deserto). Certo dia, a Elza resolveu comprar este cacto diferente e nós gostamos. Era bem grande e importado do China (veja foto que eu tirei). Custava 4 Dólares cada.

Depois, descobrimos que um agricultor, Cleonor Spézia, estava com um plantio comercial em Guaramirim (SC), na localidade de Guamiranga, que fica perto da RPPN Santuário Rã-bugio.

Em vários lugares do Brasil estão produzindo pitaya, em São Paulo, Minas Gerais, Bahia. É muito fácil de produzir.

Existem 3 espécies de Pitaya:

•    PITAYA BRANCA (Hylocereus Polyrhizus). Apresenta casca rosa e a polpa branca branco. Essa espécie tem alto teor de fibras;


•    PITAYA VERMELHA (Hylocereus Megalanthustem). A casca tem a mesma cor da pitaya branca, mas a polpa é vermelha bem forte (na cor de beterraba). Essa espécie tem alto teor de ferro e ajuda na prevenção de radicais antioxidantes que estimulam o acúmulo de gordura no corpo;


•    PITAYA AMARELA (Seleniceries Undatus) Apresenta a casca amarela e a polpa branca. Essa espécie tem alto teor de Vitamina C e zinco.

A que experimentamos pela primeira vez nos Estados Unidos era de polpa vermelha. Em janeiro/2017 era fácil de encontrar nos supermercados e feiras livres de São Paulo a pitaya vermelha, com o preço que variava de R$ 17 a R$ 22 por quilo. Agora, só se encontra pitaya branca, com preço de até R$ 10 por quilo.

Em Guaramirim (SC), direto com o produtor Cleonor Spézia, o preço da pitaya branca está R$ 8,00 (em 10/03/2017). O Sr. Cleonor nos contou que já testou  na propriedade o cultivo da pitaya vermelha e amarela mas não conseguiu produzir. Só a pitaya branca deu certo e se desenvolve muito bem (veja a foto de um pé). As pitayas que compramos dele eram todas bem grandes. Uma delas pesou 900 gramas, ou seja, quase 1 Kg.


Endereço do produtor de Pitaya, Cleonor Spezia:
Rua Osvaldo Klein, 6220
Bairro Guamiranga
Guaramirim (SC)



A pitaya branca (as grandes) geralmente tem a polpa adocicada. Mas eu já experimentei uma pitaya vermelha de tamanho médio que também era adocicada. As sementes da pitaya vermelha são bem miúdas, menores do que da pitaya branca.

Na sexta-feira do dia 17/03/2017, eu encontrei a pitaya amarela no Mercado Municipal de São José dos Campos (SP). Preço da pitaya amarela R$ 44,50 o quilo. Tinha também pitaya vermelha e a branca no mesmo box, por R$ 14,00 o quilo. Outro box estava vendendo pitaya branca por R$ 12,00 o quilo. Dizem que a pitaya amarela é muito saborosa. Eu sei que é mais difícil de produzir.

O preço da pitaya branca tem caido bastante em São José dos Campos (SP). No sábado do dia 18/03/2017, estava sendo vendida por R$ 6,90 o quilo no Supermercado Sonda (rede de supermercado originária no Rio Grande de Sul).



Detalhe da pitaya cultivada em Guaramirim (SC) pelo produtor rural Cleonor Spézia

Pitaya branca "gigante' cultivada em Guaramirim (SC) pelo produtor rural Cleonor Spézia
Pitaya branca "gigante' cultivada em Guaramirim (SC) pelo produtor rural Cleonor Spézia
Polpa da pitya branca
  

Polpa da pitaya vermelha


Pitaya vermelha procedente da China comprada em um supermercado de Houston, Texas (EUA). Preço: 4 Dólares a unidade (cada fruta), mas era bem grande.

Pitaya vermelha procedente da China comprada em um supermercado de Houston, Texas (EUA).Preço: 4 Dólares por cada fruta, mas era bem grande.

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