sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sacolas plásticas são mais ecológicas que retornáveis e de papel, diz estudo.

Para surpresa de muitos, um relatório da Agência do Meio Ambiente do governo britânico, divulgado pelo jornal "The Independent" no dia 27/02/2011, revelou que as sacolas plásticas de supermercado, que são fabricadas com polietileno de alta densidade (PEAD), causam menos impacto no meio ambiente do que sacos de papel ou sacolas retornáveis fabricadas com outras matérias-primas como tecido de algodão, conhecidas como “ecobags” ou sacolas ecológicas.

Veja os detalhes revelados por este estudo nesta matéria “Saco plástico causa menos danos que ecobags, diz relatório”, publicada em 01/03/2011 pelo jornal Folha de São Paulo.

Há quinze anos, escrevi um artigo para os jornais catarinenses condenando o abuso do consumo de sacolas plásticas nas compras de supermercado. Fui influenciado, em parte, pelo que observei nos supermercados dos EUA durante um período que fiquei lá, a serviço do Brasil.

Não fazia idéia do que viria pela frente, que tema serviria apenas para as pessoas ganharem dinheiro e para a prática do marketing enganoso de algumas empresas. Foi uma decepção muito grande.

Contudo, ao escrever o artigo, naquela época, eu tomei o cuidado de não propor a substituição por sacos de papel, por exemplo. Eu já havia percebido a irracionalidade desta proposta considerando a pressão que o setor industrial de papel e celulose exerce sobre os remanescentes de Mata Atlântica, aniquilando a biodiversidade, para plantar eucalipto, matéria prima na fabricação papel e, também, o trauma de infância de testemunhar a morte de um rio, que exalava um mau cheiro insuportável, devido ao lançamento de efluentes tóxicos de uma fábrica de papel.

As sacolas feitas com material oxibiodegradável, que erroneamente são chamadas de ecológicas, é a pior solução. São mais poluentes do que as sacolas plásticas comuns. Trata-se de um material plástico que apenas se quebra em minúsculos pedaços (continua sendo plástico), contaminando para sempre o meio ambiente de forma mais agressiva porque libera outras substâncias químicas perigosas à saúde humana. Além disso, este material quando enterrado não se desintegra tão facilmente. É IMPORTADO e custa mais caro do que o material plástico do qual são feitas as sacolas tradicionais, que é produzido no Brasil, por centenas de pequenas empresas que geram milhares de empregos. Estão fazendo lobby para vereadores de todo Brasil aprovarem leis municipais que obriguem os supermercados e pequenos comerciantes a comprarem sacolas plásticas feitas com este material oxibiodegradável (que é importado), mais caras do que as sacolas plásticas tradicionais, com a propaganda enganosa de que são ecológicas. E quem vai pagar a conta? O consumidor, é claro.

Outra matéria interessante sobre sacolas plásticas foi publicada no jornal norte-americano USATODAY, dia 16 de março de 2011, mostrando que as grandes redes de supermercados acabaram com os descontos como forma de estimular o uso das sacolas retornáveis após chegarem a conclusão que esta estratégia não funciona. Os comentários feitos pelos leitores norte-americanos foram tão interessantes e instigadores quanto à própria matéria. Um dos leitores, por exemplo, alerta que as sacolas retornáveis (“ecobags”) tornam-se anti-higiênicas, acumulam germes com pouco tempo de uso. E esta preocupação não é exagerada, principalmente aqui, no Brasil. Não é desprezível a chance de uma sacola retornável ser contaminada com a bactéria da leptospirose, por exemplo, que tem sido letal para muitas pessoas.

Nesta matéria do USATODAY dá para entender como surgem estas campanhas inúteis de ajudar o meio ambiente sem reduzir o consumo, isto é, sem fazer nada, sem nenhum sacrifício, que acabam prejudicando ainda mais o meio ambiente. Muitas vezes, não é por má fé que estas campanhas são inventadas por alguém, mas pela visão muito limitada sobre as questões ambientais, sobre os verdadeiros impactos de cada matéria prima, por exemplo. No entanto, infelizmente, para a natureza não faz diferença se o dano causado foi feito com boas intenções ou não.

Recomendo este vídeo do YouTube que de uma forma bem humorada diz tudo sobre as sacolas "ecológicas" (ecobags) ECOBAGS: Fui transformado em VERDE OTÁRIO - Made in Vietnã

Sacolas oxibiodegradáveis não são ecológicas

Entrevista na íntegra de Germano Woehl Junior para um jornal de Santa Catarina em 31/08/2011 sobre leis que vereadores estão aprovando para favorecer a utilização de sacolas com plástico oxibiodegradáveis


JORNALISTA - Qual sua opinião sobre esta lei aprovada em Guaramirim?
GERMANO - É uma lei absurda. Vai prejudicar ainda mais o meio ambiente e lesar o consumidor de Guaramirim que vai pagar a conta, porque as alternativas existentes são mais caras. Esta campanha contra as sacolas plásticas de supermercado são criticadas severamente por cientistas especialistas na área e ambientalistas do mundo inteiro. Surgiu na década de 80 nos Estado Unidos, a partir da campanha de marketing promovida por uma agência de publicidade, sem a preocupação de ter uma análise mais aprofundada de especialistas sobre este assunto.

JORNALISTA - Estas sacolas sugeridas, oxibiodegradáveis, são menos prejudiciais ao meio ambiente? Ou é o contrário?
GERMANO - As sacolas feitas com material oxibiodegradável não são ecológicas. Não é uma boa alternativa. Podem ser mais poluentes do que as sacolas plásticas comuns. Trata-se de um material plástico com um aditivo químico especial para se quebrar em minúsculos pedaços, que continuam sendo plástico, contaminando para sempre o meio ambiente, já que estes pedacinhos não poderão mais ser removidos tão facilmente de locais inapropriados. Além disso, este material quando enterrado não se desintegra tão facilmente. As sacolas plásticas comuns também se esfarelam quando ficam um certo tempo expostas ao sol.


JORNALISTA - Quais os prós e contras desta mudança?
GERMANO - O plástico do qual são feitas as sacolas comuns é um subproduto (resíduo) do refino do petróleo e vai para o meio ambiente de uma forma ou de outra. Portanto, não há nenhum ganho ambiental com a substituição. O plástico oxibibiodegradável é um material importado e custa mais caro que o material plástico do qual são feitas as sacolas comuns, que é produzido no Brasil, por centenas de pequenas empresas que geram milhares de empregos. Um estudo cientifico da agência de meio ambiente do governo britânico revelou que sacolas retornáveis, conhecidas como ecobags, feitas de qualquer tipo de material, incluindo tecido de algodão, também causam mais impacto ao meio ambiente do que as sacolas plásticas tradicionais, mesmo que usadas centenas de vezes. Pior: grandes redes de supermercado estão importando estas falsas sacolas “ecológicas” da China, provocando desemprego aqui, no Brasil.


JORNALISTA - Qual seria a melhor solução para acabar com o problema do lixo gerado pelas sacolas plásticas? É mesmo necessário extingui-las, na sua opinião?
GERMANO - O plástico está presente em quase tudo que usamos e descartamos. Não adianta nada se preocupar apenas com as sacolinhas de supermercado. Veja quanto plástico é usado para embalar os móveis, roupas, eletrodomésticos, produtos de supermercado como carne, leite, queijos, biscoitos, produtos de higiene etc. Além disso, as pessoas usam as sacolas plásticas para acondicionar o lixo orgânico. Quem se lembra da época quando só existiam sacolas de papel, deve lembrar também de uma cena comum, que hoje não vemos mais, de alimentos, cereais principalmente, derramados nas proximidades das saídas dos mercados, sobretudo nos dias chuvosos. O impacto ambiental para produzir um quilo de alimento (combustíveis e lubrificantes das máquinas agrícolas e transporte, fertilizantes, agrotóxicos, energia elétrica da secagem, armazenagem, moagem etc.) é muito maior do que o causado pelo descarte de milhares de sacolas plásticas em um aterro sanitário. E o prejuízo financeiro para o consumidor que teve a infelicidade do saco de papel arrebentar e perder o alimento que comprou? Uma embalagem feita de derivado de petróleo (plástico bolha, isopor etc.) causa impacto quando descartado, é claro. Mas os danos para o meio ambiente são muito maiores quando uma fruta ou um eletrodoméstico é perdido por ter sido mal acondicionado durante o transporte ou armazenagem. Há também a questão da boa higiene proporcionada pelos plásticos, que é uma solução barata de acondicionamento que garante alimentos seguros acessíveis para consumidores de todas as classes sociais.

36 comentários:

Carlos Díaz Amado disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Germano Woehl Jr. disse...

Carlos Diaz,

Agradeço seu comentário. Ao contrário de você, eu não fiquei surpreso com sua crítica, a visão que demostra ter da questão ambiental e o julgamento que fez da Ciência e dos valores éticos das sociedades organizadas.

Respeito sua crítica, apesar do esforço que preciso fazer para considerar a possibilidasde de você estar certo e toda a ciência feita no primeiro mundo estar errada e ser tendenciosa.

Em primeiro lugar a Elza, coitada, nem deve ter lido esta postagem ainda. Eu acabei de escrever e no final de semana ela não acessa a internet.

Se você poupou 2.592 sacolas plásticas em 3 anos revela que seu consumo é bastante exagerado, até para padrões americanos. Já parou para pensar o impacto na natureza para produzir o que você carregou nestas 2.592 sacolas? Vai constatar que é assustador. São quase 3 sacolas de produtos por dia! Você chama isso de boa iniciativa em prol do meio ambiente? Você realmente acha que está fazendo a sua parte com este nível de consumo absurdo?

Se você deixasse de comprar apenas um produto dos milhares que consumiu nestes 3 anos, certamente estaria beneficiando muito mais a natureza do que economizando as 2.592 sacolas.

Você não considerou o impacto para produzir sua sacola, que é muito maior do que das sacolas plásticas como revelou os estudos.

Outra análise importante que você deixou de fazer é que o material utilizado para fabricar as sacolas é um derivado do petróleo e custa muito barato. Sabe por que custa tão barato? Porque é um subproduto no processo de refino de petróleo, de onde se tira o diesel, gasolina, querosene de avião, a nafta (para fazer o gás de cozinha) etc. É um resíduo que sobra neste processo. A indústria petroquímica não tem o que fazer com este material que sobra, por isso vende bem barato, quase de graça.

Portanto, eles não vão deixar de extrair petróleo porque as pessoas não estão usando mais sacolas plásticas nos supermercados. E como eles não vão colocar este resíduo qie sobra em uma espaçonave e enviá-la em direção ao sol, vai ficar por aqui mesmo e de alguma forma (mais perigosa ainda) parar no mesmo lugar para onde iriam as sacolas plásticas usadas. Eles podem queimar tudo nas termoelétricas das refinarias, como já fazem com alguns resíduos.

Se na sua visão a ciência que o primeiro mundo faz é tudo besteira, ainda não se deu conta de que as coisas são deste jeito no terceiro mundo porque a maioria das pessoas que habitam estes países pensa exatamente como você, acha que ciência e educação não servem para nada. Então, por não acreditarem na ciência, vivem na ilusão de que estão ajudando a natureza carregando suas volumosas compras em sacolas ecológicas.

Nosso trabalho é pautado em cima de valores éticos e tudo o que fazemos é com fundamentação cientifica – e princípios éticos. Por isso, gostaria de tranqüiliza-lo que temos a preocupação de não iludir as pessoas.

Germano Woehl Jr. disse...

Ah, Carlos,

Estou curioso para saber como você faz para acondicionar a montanha de lixo que gera. Pelo volume de compra que você diz que faz no supermercado, eu imagino que deve dar muito trabalho para o caminhão de lixo. Você usa sacos plásticos, como todo mundo faz, certo? Pelo menos o lixo orgânico você deve acondicionar em sacos plásticos para o caminhão de lixo coletar. Você compra os sacos plásticos apropriado para o lixo ou pega as sacolas de supermercado com vizinhos? Na sua visão, qual a diferença entre os dois?

Em Guaramirim, o lixo orgânico que geramos não é entregue ao caminhão de lixo. Sofre a decomposição em um local apropriado. Funciona porque a quantidade é pequena.. Ou seja, não temos a necessidade de acondicionar o lixo orgânico em sacos plásticos. Agora, aqui, em São Paulo, se alguém não acondicionar o lixo orgânico em sacos plásticos, eu acredito que pode ir até preso, pela sujeira e mal cheiro que resulta na calçada.

Não conheço nenhuma cidade, grande metrópole ou pequena, cuja população não acondicione o lixo em sacos plásticos. E a maioria das pessoas vê as sacolas plásticas de supermercado com a versatilidade de servir para carregar as compras e, depois, para acondicionar o lixo. Se as pessoas não pegarem mais as sacolas de supermercado, vão ser obrigadas a comprar sacos de lixo. Que diferença isso fará para o meio ambiente? Para as pessoas que são pobres faz muita diferença.

Esther disse...

que cada um use seu jeans velho e faça sua ecobags, é muito simples e não requer pratia e nem habilidade, estaremos contribuindo assim para que até atraves dessas sacolas acabe com a exploração e consumismo

Juan Piva disse...

Não é piadinha de 1º de abril não né?! rs

TENENTE BISPO disse...

Concordo com vc q sacolas plásticas poluem por muiiiiiito mais tempos do q as sacolas de papel ou sacolas retornáveis, até porque o plástico existe no planeta há pouco mais de 30 anos, assim todo plástico fabricado que não foi destruído, ainda esta acumulado no meio ambiente que se somará aos bilhões q ainda se fabricará...por qto tempo ainda???
Na verdade, somado a economia de plásticos no mundo, devemos mesmo é reduzir o consumo e a quantidade de materiais descartados no planeta...
obs. câmara de vereadores, e não CAMERA DE VEREADORES ...

Germano Woehl Jr. disse...

Não! Não é primeiro de abril, para decepção (e desespero) dos comerciantes de ecobags e das empresas que querem faturar em cima da ignorância das pessoas e fazem lobby nas câmaras dos vereadores para aprovação de leis que lhes favoreçam na venda de sacolas aos supermercados feitas com os falsos plásticos biodegradáveis, muito mais nocivos à natureza. Nesta história toda quem sai perdendo é o consumidor e o meio ambiente.

Tuca disse...

Apenas cumpro o dever de cidadã, a que recomenda minha consciência
Minha pergunta é bem objetiva e passível de auto resposta.
AS SACOLINHAS, NÃO SÃO APENAS UM MAIS UM ITEM?
Porque ninguém fala em consumir o necessário, para reduzir o lixo?
Sou neta de italianos, e, sempre ví e aprendí como minha avó aproveitava TUDO.
Até o quintal era lavado após a chuva para aproveitar a água da mesma.
Nenhuma luz era acesa, enquanto havia claridade.
Animaizinhos eram mantidos com restos de comidas. Lembro-me de algum comentário: Precisamos arrumar um cachorrinho, tem ido muita comida pro lixo, (CLARO QUE ISSO TEM QUE SER FEITO DE FORMA COSCIENTE.Cães não comem peixe ou comida apimentada)
As pessoas hoje consomem de forma enojante, para manter o sistema.
Não há interesse em reduzir o consumo nem de sacolas retornáveis, nem de sacolinhas plásticas,nem de seja lá o que for.
O interesses financeiros estão acima da própria iminência de calamidade.
SACOLAS PLÁSTICAS E RETORNÁVEIS, ASSIM COMO TODAS EMBALAGENS, E BENS DE CONSUMO JAMAIS DIMINUIRÃO, ENQUANTO OUVER INTERESSES EM JOGO.

Germano Woehl Jr. disse...

SACOLAS OXIBIODEGRADÁVEIS - As falsas sacolas ecológicas

Peço que não façam aqui esta propaganda enganosa das sacolas “oxibiodegradáveis”, que já foram vetadas em São Paulo.

Leia o artigo
ENGODO PLASTIFICADO
Por Xico Graziano* - Folha de São Paulo - 27/07/2007

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O plástico oxibiodegradável provoca só um efeito visual, não ecológico. É
um truque químico. Seus aditivos são séria ameaça ao ambiente
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*FRANCISCO GRAZIANO NETO*, o Xico Graziano, é engenheiro agrônomo. Foi
secretário estadual do Meio ambiente de São Paulo, presidente do Incra
(1995) e chefe do gabinete pessoal da Presidência da República


O governo do Estado de SP veta o projeto de lei que obrigava todo comerciante a usar sacolas erroneamente chamadas de ecológicas

O DIÁRIO Oficial de hoje publica o veto do governo do Estado de São Paulo ao projeto de lei 534/07, que obrigava todo comerciante a usar sacolas erroneamente chamadas de ecológicas. A partir de um plástico modificado que, na química, é conhecido pelo nome de polímero oxibiodegradável, surgiram sacolas plásticas "ecológicas". Aparentemente, a causa é boa. Mas o projeto é um engodo técnico e uma marotice política. Um projeto semelhante foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo e vetado pelo prefeito Gilberto Kassab.

Polímeros são macromoléculas derivadas do petróleo, muito estáveis, que demoram séculos para se degradarem no meio ambiente. Para contornar essa persistência, tecnologia baseada em aditivos químicos acelera a reação do polímero com o oxigênio do ar, formando novos compostos. Tal plástico modificado, embora se degrade mais rapidamente do que o comum, continua contaminando o meio ambiente de forma agressiva, em razão dos catalisadores empregados, derivados de metais pesados como níquel, cobalto e manganês.

Traduzindo em português claro, a tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas, até desaparecer ao olho nu, mas continua presente na natureza, agora disfarçado pelo tamanho reduzido. Com um sério agravante. Quando vier a ser atacado pela ação dos microrganismos, irá liberar, além de gases de efeito estufa, como CO2 e metano, metais pesados e outros compostos inexistentes no plástico comum. Pigmentos de tintas, utilizados nos rótulos, também se misturarão ao solo.

O efeito do projeto de lei vetado seria visual, e não ecológico, portanto. A questão fundamental não reside em caracterizar um produto como biodegradável ou não. Esgotos domésticos são essencialmente formados por materiais orgânicos biodegradáveis, mas se tornaram os maiores poluentes de nossos rios. As sacolas plásticas oxibiodegradáveis se decompõem mais cedo na natureza que as de plástico comum. Poderão, entretanto, causar um efeito contrário na educação ambiental, induzindo a sociedade a relaxar o zelo na disposição dos detritos urbanos.

ROSANE disse...

Mas que "briga de cachorro grande" gente! É hora de nos unirmos em prol de resgatar, ainda que "em tempo" nosso planeta e a vinda e vida de netos e bisnetos da grande maioria aqui encarnados. Vamos viver tentando amenizar poluição moral que é muito mais absurda do que qualquer outra questão. Vamos lá gente, é hora de resgatar outros princípios e, quando isto acontecer, com toda certeza, caminharemos de mãos dadas rumo a um mundo de regeneração e, quando isto acontecer, com toda certeza, teremos "alguém brilhante" para nos trazer informação através de mundos superiores e mais esclarecidos. Quantos "bons homens", grandes nomes da nossa história, acordaram no dia seguinte com idéia para ajudar a revolucionar o mundo. Vamos pensar de forma imparcial e em tudo o que está se extinguindo nesta hora no nosso planeta que, querendo ou não, terá que passar por esta reforma porque, para que haja uma grande arrumação também é preciso que haja uma grande desarrumação. Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça! e olhos para ver,veja! Vamos instalar, antes de mais nada, a PAZ entre os povos! Vamos encontrar respostas para todas as questões ambientais quando o ser humano deixar de matar para satisfazer seu ego porque enquanto tivermos um cemitério dentro de nós "NÃO HAVERÁ CAMINHO PARA EVOLUÇÃO"!

Daniela Lima disse...

As pessoas devem fazer o bom uso de suas ecobags, possuo 3 e uso as mesmas há 3 anos, elas devem ser resistentes, o que não pode ocorrer é a compra contínua e o uso indiscriminado delas como simples brindes sem que as pessoas as utilizem periodicamente.

De acordo com o estudo que você menciona, os consumidores deveriam usar a mesma sacola de algodão, ou o mesmo saco de papel, durante todos os dias úteis do ano para conseguirem diminuir o impacto ambiental dessas sacolas em comparação ao pequeno impacto, dos sacos de PEAD.

O mesmo estudo revela que ainda prevalece é o lado negativo dos sacos plásticos, que poluem lixos e mares. Diminuir o uso e sempre reutilizá-los ainda é a maneira mais eficiente de ajudar o meio ambiente. Para os sacos de algodão, seria válido a utilização deles centenas de vezes, o que diminuiria também a poluição desse tipo de sacola.

Além disso acredito que a pesquisa de materiais de maior durabilidade que gerem menos impacto, bem como, a cadeia produtiva das empresas que fabricam ecobags deve ser revista para que o artigo possa condizer com a função para qual foi criado.

Sinceramente até os anos 80 vivíamos muito bem sem sacolas plásticas.

Tudo isso nada mais é do que chamamos em gestão ambiental de oportunidades de melhoria, então, vamos pensar e melhorar!

Eu continuarei usando minhas ecobags o tempo que elas durarem.

Daniela Lima disse...

Algodão não é a única fonte de matéria prima, existem outras, além de outros tipos de resíduos para serem aproveitados!

Ciência e Tecnologia estão aí para isso!!

Germano Woehl Jr. disse...

Daniela,

Provavelmente nem usando MIL vezes a sacola ecológica (ecobag) feita de algodão vai ser capaz de produzir um impacto menor que as sacolas plásticas poupadas.

As pessoas ignoram que a produção de algodão até a fabricação do tecido consome muitos derivados de petróleo e produtos altamente tóxicos, que contaminam muito mais o meio ambiente PARA SEMPRE.

O plantio, colheita e processamento do algodão envolvem DESMATAR (destruir ecossistemas), usar agrotóxicos pesados (combate ao bicudo, por exemplo) usar combustível e lubrificantes nas colheitadeiras, usar energia elétrica nos teares, usar produtos químicos para preparar a fibra, usar lubrificantes nas máquinas de fiação, tear... Enfim usa derivados de petróleo o tempo todo, que poluem para sempre o meio ambiente.

Pior: as ecobags que muitos supermercados estão vendendo são importadas da China. Portanto, além de agredirem a natureza, estas ecobags agravam os problemas sociais no Brasil, causando desemprego. Todos sabemos das consequencias para a economia brasileira da importação destas bugigangas da China.

Os supermercados brasileiros estão dando um tiro no próprio pé ao quererem economizar em sacolas plásticas. Querem evitar de comprar as sacolas plásticas produzidas por empresas brasileiras (que geram empregos aqui) e importam da China estas falsas sacolas ecológicas, que agridem muito mais o meio ambiente.

Germano Woehl Jr. disse...

Daniela,
É uma ilusão achar que a tecnologia resolve todos nossos problemas. Qualquer outro material, resíduo ou matéria prima virgem, o processamento consome derivados de petróleo e energia elétrica e gera resíduos tóxicos que contaminam o meio ambiente, causando muito mais impacto do que as sacolas de plástico. Não tem outra saída a não ser reduzir o consumo.

Daniela Lima disse...

Então é melhor fecharem as faculdades, cursos de mestrados, acabar com SBPC e CNPQ que financiam pesquisas desse tipo não acha huahauahuahau?

Acaba com tudo porque essa gente não serve pra nada, só tá comendo dinheiro público!! Pesquisador é profissão fora de moda!!!?

Vou divulgar esta postagem e comentários!!

Germano Woehl Jr. disse...

Daniela,
Sobre esta ilusão da tecnologia resolver TODOS os problemas da humanidade, sobretudo quando se trata de problemas ambientais, temos alguns exemplos clássicos.

O DDT (sigla de Dicloro-Difenil-Tricloroetano) foi criado nos anos 60 como uma alternativa mais segura, se comparado com os inseticidas anteriores que usavam arsênico em sua composição. Logo se descobriu os efeitos prejudiciais à saúde humana, como denunciou a bióloga e escritora norte-americana Rachel Carson, em seu livro Primavera Silenciosa. De acordo com Carson, o DDT pode ocasionar câncer em seres humanos e interfere com a vida animal, causando, por exemplo, o aumento de mortalidade entre os pássaros. Então, foi banido de vários países na década de 1970. A alternativa mais segura passou a ser qual? Os pesticidas a base de compostos organoclorados (PCBs) e compostos organofosforados

nete_souzacout disse...

SR Germano, nós sabemos que o plástico é um grande problema,
muitas pessoas vão usar essa informação de uma forma negativa,
quem garante que essa pesquisa não e
só uma jogada das indústrias petrolífera.Se os ingleses fazer uma pesquisa e comprovar que o refrigerante e mais ecológico que o suco natural,e que a garrafa pet polui menos que uma casca de fruta, você acreditaria??

Germano Woehl Jr. disse...

Eu diria que o consumo é um grande problema da humanidade. E esta preocupação com perfumarias é inútil. Leia os comentários que você vai perceber que se não for o plástico, será outra coisa o problema. Tudo o que você usa tem plásticos. Não estou entendendo porque apenas se preocupar com as sacolas de supermercado. Pense na possibilidade de reduzir o consumo.

Não acredito que a Agência de Meio Ambiente do Governo Britânico faça um relatório tendencioso sobre sacolas de supermercado. Nem é necessário este relatório para perceber o óbvio. Se você tivesse lido as postagem acima perceberia isso e nem perguntaria o que, inclusive, já está bem explicado no artigo e no video.

Germano Woehl Jr. disse...

Sobre sua preocupação da população usar a informação de forma negativa.

Forma mais negativa do que os supermercados brasileiros já estão usando? O objetivo deles é faturar em cima da falta de informação das pessoas, aumentando a margem de lucro com a economia em sacolas plásticas que são produzidas por pequenas empresas brasileiras (que geram milhares de empregos aqui). E, ainda por cima, estão faturando também na outra ponta, importando da China e vendendo aos clientes com uma boa margem de lucro estas falsas sacolas ecológicas, que agridem muito mais o meio ambiente para serem fabricadas.

Isto sim que é usar uma informação de forma negativa, para prejudicar o consumidor, arruinar o meio ambiente e a economia brasileira ao gerar desemprego e provocar evasão de divisas. Tudo isso em nome de um falso benefício para a natureza, alimentado pela ingenuidade das pessoas.

SUCO DE LARANJA X REFRIGERANTE
Se as laranjas não forem colhidas no quintal da sua casa, o suco de laranja causa mais impacto do que refrigerante (que é feito de água, açúcar, corante e flavorizante). Nem precisa da ajuda de cientistas para você chegar a esta conclusão. Eu lembro que um restaurante popular, em São Francisco, na Califórnia, cobrava 9 dólares pelo suco de laranja espremido na hora, enquanto um refrigerante custava 50 centavos de dólares com refil grátis (você bebe quanto quiser após pagar o primeiro copo), que eles servem em jarras enchidas na torneira de um enorme recipiente que mistura o concentrado com água e injeta gás carbônico. O almoço, com todo o tipo de verduras, legumes, carnes custava menos que esse suco natural, apenas 7 dólares. Em muitos lugares do Brasil, o suco de laranja também custa uma fortuna, até R$ 10,00. Vejamos o porquê do impacto ambiental destas laranjas frescas em São Francisco ser bem maior do que o refrigerante produzido localmente. Aquelas laranjas frescas foram importadas do oriente médio, viajaram milhares de quilômetros de caminhão e avião, tiveram que ser armazenadas em câmaras frias para estarem no restaurante bem fresquinhas, como se fossem colhidas no quintal do restaurante. Você já visitou uma plantação comercial de laranja? Viu quantas máquinas são usadas para o cultivo, colheita, lavação, e acondicionamento das frutas (em caixas de papelão ou plásticas, protegidas em plásticos)? Sabem quantos agrotóxicos são usados? Quanta água é consumida na irrigação e lavagem das frutas? Fertilizantes? Percebeu quanto combustível e lubrificantes (derivados de petróleo) são consumidos nas máquinas? Quantos residuos plásticos e outros são gerados? É claro que produção de açúcar também consome recursos naturais, gera resíduos etc., mas bem menos do que uma plantação de laranja e o açúcar não é perecível, pode ser transportado de navio em grandes quantidades sem a necessidade de refrigeração etc. Só estou tentando lhe mostrar que para a laranja chegar ao consumidor gera um impacto ambiental considerável, uma vez que consome combustíveis fósseis, energia elétrica, gera resíduos tóxicos, plásticos e outros. Mesmo para o suco concentrado (diluído em água depois) que é embalado em tonéis de PLASTICO, acondicionado dentro de grandes e espessos sacos PLASTICOS, uma análise semelhante se aplica.

nete_souzacout disse...

Ola Sr Germano, eu li todos os comentários entendi todos,só quis deixar o meu ponto de vista, não quis ofende-lo sei que o seu trabalho é serio,as pessoas é que não levam a serio as questões ambientais e usam
as sacolas como pretexto para não reduzir o consumo.Quanto ao suco nos produzimos laranjas organicas.Quando vier na amazônia esta convidado pra tomar um suco na minha casa...

nete_souzacout disse...

No dia 17 de abril nós vamos ter um debate aqui no setor com todos os líderes de comunidade para discutir o assunto meio ambiente:Vão estar em pauta, sacolas,embalagens,agrotóxicos,alimentação orgânica, agricultura familiar e outros.Todos esses comentários foram uteis,precisamos ouvir todos os lados para chegar a um consenso.Eu vou participar do debate levando em consideração a sua teoria sobre as sacolas,espero não cometer um erro.OBS(Eu diria menos agressiva e não mais ecológica)

Renata disse...

Olha aqui em minha cidade, os supermercados usam mais caixa de papelão, entrega na casa e volta com a mesma para o supermercado. E quando é muito pouco dão saco de papel, não sei se isso é correto mas fazem pode ser tambéma cidade ser pequena. Já os restos de comida, tem uma pessoa que vai nas casas para levarem em sítios e lá dão como alimentos para os porcos, galinhas...
Para o lixo, usam sim sacolas pláticas e também separadas em reciclavél e não reciclavel. O óleo que são usados em frituras é guardado em garrafas Pet e entregue para a prefeitura que tem uma cooperativa que fazem sabão e entrega para famílias carentes.

Germano Woehl Jr. disse...

Renata,
Todas estas coisas que você escreveu resultam em mais agressão ao meio ambiente, como por exemplo, transformar o óleo de cozinha (100% biodegradável) para fazer sabão, que não degrada tão facilmente e causa um grave impacto ao meio ambiente. Além disso, o sabão usa outros insumos da indústria química como soda caustica e álcool. Fabrica de sabão é uma indústria química como qualquer outra, que para operar precisa de licença ambiental e fiscalização rigorosa periódica.

Quanto a usar os restos de comida para dar aos porcos, é proibido em todo o Brasil, pelos riscos à saúde. Gera um grave impacto ambiental fazer isso e pode causar a morte de seres humanos. É considerado crime a comercialização de carne de porcos alimentados com restos de comida.

Jaques disse...

Sr. Woehl,
Esperamos que os comentários que o Sr fez à Renata não sejam revisto daqui a quinze anos,como sua observação sobre as sacolas verdes.
A alimentação suína tem sido feita com resto da alimentação humana a centenas e centenas de anos ou quem sabe de milhares de anos que esses animais estão domesticados e acompanham o homem...O que ocorre é que as agencias reguladoras têm a força como HI-Man e os milhares de ingênuos úteis que talvez depois de passarem quinze anos,se darão conta que foram usados...Por outro lado o uso do óleo na fabricação de sabão apenas,colocam mais um uso antes do descarte.Além do mais essas unidades carbono que infestam o planeta,também são parte dele e não exóticos à ele e como tal está previsto no scrip do Criador o seu comportamento;o que ocorre é que quando há interesses envolvidos existem essas defesas apaixonadas e esse bizantinismo estéril que grassa...

Sds

JATeixeira

disse...

E quanto àquelas sacolas de lona? Elas tem uma descartabilidade quase nula - minha mãe ainda utiliza uma que era da minha vó. Será que mesmo essas, usadas anos a fio, são mais poluentes que as sacolas de plástco?

Germano Woehl Jr. disse...

Se estas sacolas de lonas provocarem uma redução do consumo, ótimo.

O problema é que as ECOBAGS tornaram-se um item a mais de consumo. Os supermercados estão importando quantidades absurdas de ecobags da China, Vietnam...

Além do impacto ambiental muito maior, esta moda de ecobags causa evasão de divisas, o que agrava os problemas econômicos do nosso País e gera desemprego.

GEASA disse...

Aqui em Araçatuba, interior paulista, lembro quando era criança que quase não se via sacolas plásticas. O lixo era tudo misturado, pouco se falava em meio-ambiente e reciclagem.

Lembro que supermercado era coisa rara de se ir, moradores de bairro normalmente compravam as coisas no mercadinho da esquina e os preços não eram tão diferentes dos supermercados.

As coisas mudaram bastante. Antes cada casa tinha, em média, duas bicicletas. A cidade é plana. Agora, as ruas do centro estão ficando estagnadas de carros, e olha que a cidade não é grande (180.000 habitantes). Comprei uma moto, to pensando em comprar um carro. As pessoas normalmente extranham eu ir à faculdade e ao serviço de bicicleta. Coisa que seria super-natural a cerca de 15 anos. Associam ao poder aquisitivo e não como opção sensata. É até bestial algumas vezes que pessoas que eu tinha acabado de conhecer que ficaram intrigadas quando eu dizia que tava de bike, e que encontraria elas (motorizadas) no barzinho. Sim, nessa cidade que a cultura da bicicleta já foi dominante, hoje é esteriótipo de pobreza. Causa estranhamento em um ambiente de faculdade. E quando argumento sobre minha opção é um certo nó que causa no sistema de valores da pessoa. Chega a ser divertido uma conversa bem humorada e oportuna.

Mas sem mais enrolação. Nessa época que a bicicleta era o meio de transporte da população, não havia muitas sacolas plásticas e carros. As pessoas, aqui, faziam suas compras indo a pé ou de bicicleta. Tinham sacos de tecido, laváveis assim como as roupas do corpo. Amarravam na garupa da bicicleta ou colocavam no cestinho ou caixa acoplada à bike. Também não existiam refrigerantes em embalagens descartáveis.

O lixo era todo misturado, depositado em uma lata com tampa, e a lata cheia era colocada na calçada nos dias certos para que a coleta jogasse o lixo no caminhão, e devolvesse a lata à calçada. Ainda lembro que os "lixeiros" devolviam a lata muitas vezes sem carinho, jogavam lá do caminhão de volta à calçada, fazendo barulho. Meu quarto tinha a janela dando pra rua, não é a toa que me lembro com detalhes.

Logo a minha mãe acordava, já ia até a calçada, pegava a lata, lavava, e pronto. Recomeçava o ciclo.

De longe hoje a cidade cuida e fiscaliza muito melhor o meio ambiente. Em contrapartida, hoje estamos muito mais consumistas e depentes dos descartáveis e petróleo que antes.

Esse estudo citado no post levou em consideração apenas a comparação entre outras formas do consumidor acondicionar mercadorias para transporte. Não levou em consideração a necessidade da mudança de postura. Mas para uma sociedade que Não vai mudar de postura, não vai deixar de consumir petróleo tão cedo, as sacolas são sim um bom modo de acondicionamento. Sim, na situação da dependencia do petróleo é menos impactante que o papel, não tão melhor que sacolas ecológicas (de tecido vegetal ou sintético) já que podem ser higienizadas assim como as roupas que usamos dia a dia.

Acredito que um projeto bem implantado de triagem do lixo urbano, triando-o para reciclagem e compostagem é a solução maior para essa questão de sacolinhas e todos demais descartes.

Quanto ao petróleo... (...) (...)

Roberto Luiz Lima disse...

Somente uma colocação ! :
As embalagens de milho, milho de pipoca, canjica de milho, fubá e produtos de milho também deveriam ser exemplarmente embalados em plastico compostavel de amido de milho ! , sem esta postura é uma controversia uma lei somente para as sacolas . . . conto de carochinha ,para não falar do ambientalmente correto que é a coleta seletiva !

Roberto Luiz Lima disse...

Somente uma colocação ! :
As embalagens de milho, milho de pipoca, canjica de milho, fubá e produtos de milho também deveriam ser exemplarmente embalados em plastico compostavel de amido de milho ! , sem esta postura é uma controversia uma lei somente para as sacolas . . . conto de carochinha ,para não falar do ambientalmente correto que é a coleta seletiva !

Nor disse...

Você disse:
"Provavelmente nem usando MIL vezes a sacola ecológica (ecobag) feita de algodão vai ser capaz de produzir um impacto menor que as sacolas plásticas poupadas".
Bom, isso é opinião pessoal sua.
O relatório diz, segundo a matéria da Folha:
"Os resultados do relatório indicam que, para equilibrar o pequeno impacto de cada saquinho, os consumidores teriam que usar a mesma sacola de algodão em todos os dias úteis do ano, ou sacolas de papel".
Ou seja, o que causa um "maior impacto" é o mau uso das sacolas.
O que falta é educação e conscientização.
Como a Daniela Lima disse e faz, temos de usar as sacolas pelo maior tempo possível.
Na falta de opção melhor, fico com as ecobags e uso as minhas enquanto durarem.

Aline =] disse...

Dê a sua opinião em relação às sacolas plásticas:

http://usodesacolas.questionpro.com

Para moradores da Grande São Paulo.

Folha disse...

Nós, seres humanos, fomos os penúltimos a chegar ao planeta (os macacos Bonobos estão aí para comprovar). Caso o tornemos inabitável, iremos nos extinguir, levando algumas espécies conosco. A pergunta: qual o problema nisso? Centenas de outras espécies já foram extintas (sem a influência do homem). Qual o problema em o mundo acabar?

http://ForumVital.blogspot.com disse...

GRANDE: GERMANO E ELZA !

Eduino de Mattos
Porto Alegre Rs BRASIL.

maria lucia disse...

Fiquei feliz em ver essa postagem. A notícia não me surpreende porque sempre foi evidente a economia que os supermercados fazem não dando as sacolinhas. Desde o começo discuti que, se é para salvar o mundo, deveriam dar de presente as sacolas retornáveis, só para demonstrar a boa fé. O problema é o lixo gerado pelo consumo desenfreado. É preciso uma campanha sobre o lixo, não contra sacolinha, que só vai aonde não deve [goela de tartaruga, por exemplo] se não for descartada como se deve.

anaconda lava-rapido disse...

Boa noite, Comento com um pouco de atraso em relação ao post, mas esta em tempo. Estudo "bioplasticos" ha 2 anos, represento um "catalizador" bacteriologico que adicionado ao plastico e estes se biodegradarão à razão de 0,5% do tempo normal,m ou seja, ao invés de 400 anos, temos 2 anos. Quanto aos chamados hoje "bio" com amido, (TPS), Eteno Verde, etc, são apenas plasticos, que ao invés de serem craqueados da nafta, são craqueados do etanol ou polimerizados, no caso do amido. Nescessitam mais energia para serem fabricados do que simplesmente condensar etileno na refinaria, algo que se não feito, vai queimar na chaminé e precisam de um pró-degradante para fragmentar ou seja são Oxo do mesmo jeito.... Meu estudo/produto que represento, atua em condições normais de descarte e trabalha em aterro sanitario comum, na hidrolise, acetogenese, acidogenese e finalizando na metanogenese. O material pode e deve ser reciclado, não contamina como os de amido, não influencia a industria plastica, não afeta a reciclagem e efetivamente biodegrada - bio - com ação de bacterias oleophilicas, as mesmas que por serem escassas, demoram para digerir o plastico convencional - dai o tempo de 400 anos e são usadas em contenção de petroleo por ex. Estou a disposição para evidenciar laudos, fotos de microscopio eletronico, assim como testes de GPC, que atestam a permeabilidade do material catalisado.

Grande abraço.

PS.: Concordo com voce quanto ao uso de embalagens, defendo o consumo sustentavel, e prezo que todos tenham bom-senso.

Videostheocara disse...

Se uma sacola retornavel nao servir para o lixo, onde iremos jogar?